Qual a diferença entre miopia, hipermetropia, presbiopia e astigmatismo?



Uma das queixas mais comuns no consultório de um oftalmologista é a dificuldade em enxergar algum objeto muito próximo ou muito longe, e que na maioria das vezes resulta na receita de um óculos ou lentes de contato. Esse quadro diz respeito aos erros refrativos, uma condição ocular que não permite um bom foco da imagem na retina.

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), há a estimativa de que, atualmente, cerca de 30% da população mundial com menos de 40 anos de idade necessita ou necessitará de óculos para miopia, astigmatismo ou hipermetropia. Por outro lado, o número é ainda maior a partir dos 40 anos, época da vida em que também surge a presbiopia.

Mas, afinal, você sabe diferenciar esses quatro erros de refração?

Miopia

Este é o caso de quem tem dificuldades em enxergar objetos distantes, especialmente em função da curvatura irregular da córnea ou comprimento anormal do globo ocular que fazem com que a imagem seja focada na frente da retina.

Hipermetropia

De acordo com o CBO, a hipermetropia faz parte de até 34% da população brasileira, e ocorre quando a imagem é focada atrás da retina, dificultando a compreensão de objetos próximos dos olhos. Normalmente esse erro surge porque a córnea é muito plana ou porque o comprimento axial do globo ocular é menor que o normal.

Astigmatismo

Neste caso, a curvatura irregular da córnea ou do cristalino dispersam os raios de luz que entram no olho, fazendo com que o foco fique comprometido independentemente da distância dos objetos.

Presbiopia

Comum em pessoas com mais de 40 anos, a presbiopia, também conhecida como “vista cansada”, é um erro de refração motivado pela redução na acomodação do cristalino que acaba dificultando o foco em objetos próximos. Ela costuma atingir seu maior grau por volta dos 60 anos de idade.

Sobre os erros refrativos, é importante lembrar que todos podem causar desconfortos que vão além da visão embaçada. O esforço constante que fazemos para focar as imagens pode dar dor de cabeça, fadiga ocular e olho vermelho.

Outro fato relevante sobre o assunto é que esses erros podem surgir desde a infância, o que reforça a necessidade de fazer um acompanhamento oftalmológico desde cedo.

Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia.

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